Resumo Performance como consolidação da arte híbrida na educação. Carlos Cartaxo As mudanças por que passa a sociedade e seus reflexos no universo da arte ainda estão sob efeito das concepções estéticas e mercadológicas da modernidade. Mesmo assim, o mundo vem passando por mudanças que têm atropelado a modernidade no que concerne a forma de ser, viver e se expressar. Então podemos iniciar esse diálogo partindo da concepção de que já estamos vivendo uma condição pós-moderna e que esta já invadiu nossas escolas, nossos jardins quiçá nossos lares; nossas mentes, nossa sensibilidade e nossos corações. Teoricamente esse trabalho apresenta a performance no contexto pedagógico como expressão multicultural, representante da arte híbrida. Portanto, a literatura, o teatro e as artes visuais, incluindo o cinema e as mídias digitais, compõe os planos de cursos da Escola Pública de Ensino Fundamental e Médio Sesquicentenário na cidade de João Pessoa, Paraíba, Brasil, que de forma didática introduz a performance como expressão artística transdisciplinar. Essa experiência demonstra que a arte híbrida e suas múltiplas possibilidades de realização e leitura se faz muita bem representada no contexto educacional através da performance porque essa expressão artística circula por entre as várias formas de criação constituindo uma teia rizomática de idéias, reflexões e conhecimentos que desconstroem a departamentalização da arte em especificidades, tese antiga defendida por Frederick Winslow Taylor, pai da administração científica que originou a produção em serie, através de métodos científicos cartesianos, mola propulsora do capitalismo no início do século XX. A concepção que apresenta o corpo e as ideias como elementos constitutivos da performance a contextualiza como sendo híbrida. Portanto esta pode ser desdobrada através de várias expressões artísticas e aplicada à educação como sendo uma proposta que surge para quebrar o paradigma do ensino de arte baseada nas especificidades artísticas. * O artigo completo você tem acesso solicitando ao autor pelo email carloscartaxo@yahoo.com.br  | Prêmios | Feb 10, '12 7:54 AM for everyone |
|  | Prêmio Melhor Cenário, espetáculo A saga do Caranguejeiro, Belém Pará. |
Corpo da mensagem Passamos o Natal e caminhamos ao abraço com 2012. Sendo assim, é bom nos encontrarmos no dia 10 de janeiro próximo, terça-feira, às 16 horas na Sede da ADUPFB na Rua Gilvan Muribeca - nº 88, Cabo Branco, ao lado do Jangada Clube, próximo do Hotel Litoral, para coversarmos, nos atualizar sobre o Congresso da Federação de arte-Educadores do Brasil; o concurso do Governo do Estado; o não cumprimento da Lei pela Prefeitura de João Pessoa e prefeituras do interior do Estado da Paraíba; pós-graduações... etc...  Lembro que é quase Lua cheia e podemos levar comes e bebes para a ADUFPB, pois lá tem freezer e fogão. Vou levar uns livros para sorteio. Vamos, mesmo informalmente, fazer da APPARTE - Associação Paraibana dos Profissionais de Ensino de Arte uma entidade viva. Até breve e Feliz 2012 Carlos Cartaxo Querid@s colegas Passamos o Natal e caminhamos ao abraço com 2012. Sendo assim, é bom nos encontrarmos no dia 10 de janeiro próximo, terça-feira, às 16 horas na Sede da ADUPFB na Rua Gilvan Muribeca - nº 88, Cabo Branco, ao lado do Jangada Clube, próximo do Hotel Litoral, para coversarmos, nos atualizar sobre o Congresso da Federação de arte-Educadores do Brasil; o concurso do Governo do Estado; o não cumprimento da Lei pela Prefeitura de João Pessoa e prefeituras do interior do Estado da Paraíba; pós-graduações... etc... Lembro que é quase Lua cheia e podemos levar comes e bebes para a ADUFPB, pois lá tem freezer e fogão. Vou levar uns livros para sorteio. Vamos, mesmo informalmente, fazer da APPARTE - Associação Paraibana dos Profissionais de Ensino de Arte uma entidade viva. Até breve e Feliz 2012 Carlos Cartaxo Palestra em Mulungu - PB . Pouco vi durante o dia, pois não tive tempo de ir mais cedo. Mas os poucos instantes que passei junto ao pessoal e ao palestrante pude perceber o quão é maravilhoso obter conhecimento e fazer boas e novas amizades. Estive observando cada pessoa que participou da palestra, uns não queriam colaborar com as pequenas coisas que lhe pediam, outros foram só por curiosidade, outros pelo sabor da comida e muitos por interesse de aprender mais. Mas acima de tudo as coisas correram como mandava o texto, digo, correram bem. Esse projeto que a professora Cida e o Diretor Neto ousaram em trazer pra Mulungu esta abrindo grandes portas de conhecimento sobre os alunos de escola pública. O projeto ainda tem um longo caminho pela frente, caminho esse que quando for trilhado, no fim, deixará saudades. Fonte: http://mulungunoticias.blogspot.com/2011/11/palestra-com-carlos-cartaxo-em-mulungu.html#comment-form Blog de Camila Medeiros Lisístrata em Luanda Lisístrata em Luanda
Depois de sair de Atenas, passar por Parahyba, chegar em Angola, pousar em Luanda, visitar o Globo Kibulo em Cazenga e reunir jovens no bairro dos coqueiros, Lisístrata se dobrou à cultura africana. Vestiu-se de pano com matizes do continente, curvou seu corpo aos ritmos angolanos e num ritual milenar reuniu pessoas com o fim de instituir a guerra dos sexos para buscar à liberdade e combater a violência doméstica que se estabelece brutalmente de forma globalizada. Rompendo a barreira do especifismo na arte e, consequentemente, seguindo a tendência pós-moderna de romper conceitos e preconceitos, essa Lisístrata vem acompanhada de técnica circense, dança, música, teatro e matizes africanas constituindo um conjunto de performances que se enquadram em diversos contextos e formam um arco-íris de possibilidades. Nesse trabalho se busca a quebra do paradigma do sistema moderno de belas artes, consolidando uma perspectiva híbrida para a representação artística. Lisístrata se rende à cultura africana e Luanda abre suas portas para um teatro que pode ser exposto e/ou representado em qualquer estilo ou forma. O trabalho está planejado para que o leitor se sinta à vontade para enquadrá-lo com o espetáculo que melhor se identificar e lhe convier. Portanto, abram mentes e corações porque uma caravana está prestes a circular por Luanda em praças, escolas, auditórios, associações, clubes, abrindo e fechando portas, ocupando espaços, alimentando curiosidades e provocando àqueles que estufam ordens estabelecidas e determinadas como prontas e definitivas. O que faz uma pessoa sair de sua casa, deixar seu conforto, trabalho, amigos e cruzar o Atlântico para dar aulas de teatro na África? É acreditar que solidariedade e troca de experiências e conhecimentos gera saberes. Por esse motivo estou em Luanda, capital de Angola, África, trabalhando com 130 alunos que querem mergulhar do universo do teatro . São pessoas de faixa etária e condição social variadas, que moram em um país que passou 30 anos em guerra civil. Luanda tem, aproximadamente, 6 milhões de habitantes e não tem nenhum teatro. Tem iniciativas como adaptação de Cinema Nacional para algumas apresentações e alternativas isoladas como o Grupo Elinga que tem seu Espaço Cultural e o Globo kidulo em Cazenga, subúrbio de Luanda. A política cultural aqui está por ser implantada. Como, séculos atrás, muitos angolanos vieram, forçados, construir o Brasil. Me sinto com o compromisso, idelógico e ético, de fazer a viagem de volta e contribuir com a reconstrução desse país africano, cujo povo é muito educado e gentil. Sendo assim, deixo meu kandando (abraço) para os amigo(a)s e irmã(o)s brasileira(o)s. Até breve. CC  Terça, dia 5 e julho, apresento Performance a partir de Tradições Populares às 15 horas na praça da Alegria UFPB, Parahyba, Brasil. Trabalho dos meus alunos de Teatro. É um trabalho plural com perspectiva pós-moderna. Pois o teatro mergulha no universo popular para expressar a força das tradições culturais. É o fortalecimento da identidade cultural paraibana, que critica, ao mesmo tempo, a hegemonia da cultura de massa, assim como da indústria cultural. Imagem: Carlos Cartaxo interpretando Beroaldo Evento A disciplina Turismo e Cultura Popular, do curso de Turismo da UFPB, convida todo(a)s para o debate com o tema: POLÍTICAS CULTURAIS: PERSPECTIVAS CULTURAIS DA PARAÍBA com o palestrante Carlos Cartaxo. Dia: 9 de maio de 2011 das 19 às 21 horas Local: Auditório do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), no Centro de Educação (CE) da UFPB. O evento tem o objetivo de conscientizar o futuro turismólogo e profissionais afim, sobre o papel estruturante da cultura no turismo. Para tanto, busca através do debate com seus agentes, compreender e promover um diálogo entre as políticas nacionais, estaduais e municipais dos setores contemplados. Desse modo, esperamos criar um ambiente organizado que promova a motivação, capacitação e inclusão de acadêmicos para a pesquisa e documentação sobre políticas culturais na Paraíba. Seminário Internacional A perspectiva construcionista na investigação em arte e educação.
Goiânia, 25 a 27 de abril de 2011.
Trabalho de doutoramento apresentado por Carlos Cartaxo
Título da Pesquisa: Revelar a orientação da prática pedagógica de uma educação baseada em pesquisa nas artes. Programa de Mestrado/Doutorado: Programa de doutorado Artes Visuais e Educação: um enfoque sócioconstrucionista. Universidade de Barcelona, Espanha Autor: Carlos Cartaxo Orientador: Fernando Hernández · Resumo o O que lhe levou a eleger este problema de estudo? Ao realizar uma análise comparativa entre duas escolas públicas de João Pessoa, constatei que o ensino de arte continuava fundamentado no sistema moderno de belas artes. Esse diagnóstico, aparentemente óbvio, demonstrou que as escolas continuam trabalhando com conteúdos modernos. Essa realidade acontece em todo o estado da Paraíba, se contrapondo a uma condição pós-moderna, contexto o qual estamos inseridos no momento. Com esse quadro optei por refletir sobre a epistemologia do ensino da arte, com o objetivo de aprofundar as teorias geradoras de conhecimento nessa área. O projeto caminhou no sentido de buscar conceitos voltados para a definição do saber e, de forma complementar, os conceitos relacionados a este no processo educativo através arte. Com a situação/problema identificada, o passo seguinte da pesquisa foi acompanhar a experiência realizada através do projeto Conhecendo o Universo de José Lins do Rego e ampliando o repertório cultural implantado na escola de ensino fundamental, cujo processo possibilitou vivências construcionistas. A ênfase desse trabalho não estava na experiência relatada, mas no conhecimento que os diálogos e conexões vivenciadas permitiriam que os sujeitos participantes adquirissem a partir das referências culturais e artísticas. Diante do objeto de estudo, fui pesquisar a prática pedagógica do ensino de arte em duas escolas públicas de João Pessoa. Uma da rede municipal de ensino e outra estadual. O trabalho relata experiências do ensino de arte com professores habilitados e não habilitados que trabalham com arte no ensino fundamental e médio, profissionais que ministram expressões artísticas diferentes. Tendo em vista a heterogeneidade do objeto de estudo, a pesquisa foi sistematizada a partir da: 1. Observação da produção artística de alunos e alunas de uma escola estadual, cuja professora não tinha formação para ministrar aulas de arte. Apesar de ter formação em outra área, no caso letras, a mesma tinha sensibilidade para a arte, mas seu conhecimento era limitado no assunto e, mesmo assim, todo fundamentado no sistema moderno de belas artes. Metodologicamente a mesma não usava material didático em sala de aula. Não obstante, planejava suas aulas com base em livros didáticos que sugeriam cópias e reproduções predeterminadas, pelo próprio livro, como: pinturas de rosáceas, faixas, etc.; 2. Observação da produção artística de alunos de uma escola municipal, que tinha uma professora e um professor, habilitados respectivamente, em artes plásticas e artes cênicas. Todo trabalho foi planejado com a perspectiva de realização de um projeto interdisciplinar. Essa escola exigiu um acompanhamento minucioso e analítico, tendo em vista que foi implantado o projeto Conhecendo o Universo de José Lins do Rego e ampliando o repertório cultural que, de fato, foi um laboratório significativo que se desenvolveu de forma dialógica e partiu de uma obra de arte, o romance Menino de engenho de José Lins do Rego e concluiu com trabalhos artísticos dos alunos. Essas duas fontes de observação, no caso as duas escolas, propiciaram um estudo comparativo das criações artísticas dos discentes, dos recursos e metodologias trabalhadas e, como consequência, nasceu a proposta de criação de uma Matriz Pedagógica para o Ensino de Arte, cuja fundamentação teórica se baseia na condição pós-moderna em que os sujeitos do processo devem estar envolvidos. o Que posicionamento epistemológico e metodológico lhe guia? Esta é uma pesquisa qualitativa que trabalha a arte como método para analisar comparativamente a prática pedagógica do ensino de arte. O trabalho analisou duas escolas; entretanto, a escola de ensino fundamento foi o laboratório determinante da experiência construcionista, tendo em vista que o projeto partiu do romance, Menino de Engenho e concluiu com um produto artístico o romance Amor Invisível, É uma pesquisa auto-etnográfica. E, o texto é evocativo porque tem força suficiente para que o leitor se coloque no contexto da experiência. Como nesse trabalho a narrativa do texto provoca ou evoca uma interação do leitor com o próprio texto, essa é uma narrativa evocativa. É uma experiência construcionista porque diz respeito à construção do conhecimento baseada nas realizações concretas, cujos resultados foram as criações artísticas dos alunos da Escola Municipal que apresentaram na Mostra Pedagógica obras como: exposições, instalação e peça teatral, trabalhos em que os alunos foram sujeito ativos e participativos no planejamento e na construção das ações técnicas e pedagógicas. As experiências realizadas foram baseadas em cenas do livro Menino de engenho. Algumas delas remete à violência doméstica. A atividade pesquisada é construcionista porque o conhecimento é edificado de forma compartilhada e recíproca. As idéias, os conceitos e as vivências surgiram do intercâmbio social e foram mediadas pelas experiências aqui citadas. Que contribuições almeja trazer com o seu trabalho? Refletir sobre os procedimentos epistemológicos predominantes na área pesquisada e propor uma Matriz Pedagógica para o Ensino de Arte. Matriz essa que sugere a reconstrução do ensino de arte como forma de romper com os currículos tradicionais. A concepção da Matriz Pedagógica para o Ensino de Arte, MPEA, é a de que o aluno, sujeito do ensino de arte, deva participar do processo de ensino e aprendizagem com uma permanente reflexão. A proposta não é de uma matriz curricular. Mas, uma matriz construída pelos sujeitos do processo pedagógico. Um expoente para se gerar ideias e criar a partir dele. É pensar matriz como rede e não como grade, onde o papel do professor é orientar quanto às possibilidades de se trabalhar com expressões artísticas e, de forma plural, com a cultura visual. As informações são fornecidas pelos professores, porém, complementadas pelo corpo discente a partir de leituras, pesquisas através de novas tecnologias, vivências e experiências possibilitadas pelo ensino da arte. A MPEA são linhas de pensamento, filosóficos e estéticos, estruturadas a partir de referências teóricas, as quais o docente pode e deve pesquisar para elaborar seu plano de curso e seus planos de aulas. É necessário considerar que a MPEA não deve ser tratada como modelo que enquadra regras porque, se assim o fosse, seria o mesmo que querer quantificar a subjetividade e a criatividade. Mas sim, como conceitos e procedimentos que sejam referenciais para um ensino de arte construcionista. Nessa proposta a questão não é mensurar, mas sugerir, refletir e questionar. Enfim, pensar arte contextualizada.
A tese, resultado final da pesquisa, será apresentado no formato de romance. Portanto a pesquisa será posta ao leitor na forma narrativa ficcional, o que configura uma perspectiva diferenciada de se fazer pesquisa qualitativa e pesquisa baseada nas artes.
Seminário Interno do Grupo de Teatro Suspensório Produções Artísticas Programação
Dia 8 de abril, sexta-feira, às 19 horas, palestra: Perpesctivas pós-modernas no universo da criação teatral. Ministrada por Carlos Cartaxo. Dia 9 de abril, sábado, às 9 horas, planejamento da montagem com base no Apocalipse. Às 12 horas eleição da diretoria do grupo. Entrada livre Palestra de Carlos Cartaxo: Marrocos e Paraíba a identidade cultural entre dois continentes ou A multiculturalidade através das cores Sábado, 19 de março de 2011 às 16:00 horas Auditório Municipal, Picuí, Paraíba. Dentro da programação de emancipação da cidade. Haverá exposição de imagens do Marrocos. A exposição é patrocinada pelo BNBCultura/BNDES.
UNIVERSO LITERÁRIO DE CARLOS CARTAXO 1.MANUAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES Primeiro livro do aujtor. É um trabalho técnico de engenharia. É simples e ilustrado. Edição do Grupo Marcos Marcelino, Belém, Pará, Brasil, 1990. 2. A FAMÍLIA CANUTO E A LUTA CAMPONESA NA AMAZÔNIA Romance/reportagem, premiaddo com o JABUTI DE LITERATURA da Câmara Brasileira do Livro. Narra a saga da Família Canuto que foi vítima da violência do campo na região do Araguaia, Sul do Pará. Todos os envolvidos no caso, que não se ausentaram da região, foram assassinados. É uma obra em defesa dos Direitos Humanos. 384 páginas. Editora da UFPA, 1999. 3. O ENSINO DAS ARTES CÊNICAS NA ESCOLA FUNDAMENTAL E MÉDIA. Livro que aborda o ensino do teatro, da dança, do circo e da ópera na escola. A obra discute a questão teoricamente e sugere ações práticas das quatro linguagens para serem trabalhadas em sala de aula. 204 páginas. Edição do autor - Livroarte, 2001. 4. TEATRO DE ATITUDES Trabalho que levanta a tese de que o teatro, além de entreter, tem a função de comunicar idéias, princípios, crenças e valores. TEATRO DE ATITUDES é uma tendência que conduz além da reflexçao à ação, que possibilita uma inserção provocadora, quebrando paradgimas e proporcionando atitudes significativas para uma sociedade moderna, solidária, saudável e civilizada. No livro são publicados dois textos teatrais que se caracterizam como sendo de atitudes: O ESPIGÃO GAIATO, texto montado para rua e palco, e o infantil: O TICO-TICO CANTADOR. 196 páginas. Editora Sal da Terra, 2005. 5. AÇÃO EDUCATIVA PARA A CIDADANIA Livro organizado por Carlos Cartaxo, em conjunto com colegas da Pró-Reitora de Extensão e Assuntos Comunitários da UFPB. Essa obra é fruto de um trabalho de extensão universitária realizado em 2002 na cidade paraibana de Pedras de Fogo. O livro é um conjunto de artigos multidisciplinares nas áreas de: assistência social, saúde, psicologia, administração, pedagogia, arte e cultura, escritos por professores, técnicos e estudantes que partilharam do processo, possibilitando permutas de conhecimentos que fomentaram uma aprendizagem coletiva. 141 páginas. Editora Universitária/UFPB, 2006. 6. TEATRO DETERMINADO Publicação de cinco textos teatrais do autor em parceria com outros autores: A carne é fraca; Terra brasilis; A mangueira; A saga do caranguejeiro; e Diálogos do absurdo. O livro aborda a teoria em que o artista não pode se deter à crítica e se fazer minado por ela, mas partir à ação da criação e realização artística. 239 páginas. Editora Sal da Terra, 2009. 7. GERALDEANDO Livro organizado por Carlos Cartaxo, resultado do projeto de extensão universitára: Teatro e literatura, realizado no município paraibano de Nova Plameira. O trabalho foi desenvolvido com pessoas da zona urbana e rural, que interagem em uma demonstração inequívoca, da multiculturalidade e suas possibilidades interterritoriais que fazem parte do nosso cotidiano cultural. O processo foi desenvolvido a partir de uma metodologia adotada por Carlos Cartaxo em que os sujeitos participantes leram contos de Geraldo Maciel, adaptaram para teatro e encenaram. É uma publicação de 162 páginas, editora Manufatura, 2010. Livros em que o autor participa: 1. Histórias de sábado Essa obra é uma antologia com Clube do Conto da Paraíba onde participo com dois contos: Pressa, maldita pressa e Chuva. O livro que tem 95 páginas, é uma edição da FUNJOPE e foi publicado pela Editora Liceu, 2008. 2. Sonho de Feliz Cidade Livro de contos, edição do Sebo Cultural, João Pessoa, 2007. O autor participa com o conto: Parahyba.  Convte Lançamento do livro Geraldeando e Festival de Teatro de Nova Palmeira Geraldeando é o mais novo livro organizado pelo professor universitário, dramaturgo e diretor teatral Carlos Cartaxo que será lançando dia 13 e 14 de novembro, sábado e domingo, às 20 horas, no Teatro Lima Penante em João Pessoa. Esse trabalho é fruto de um projeto de extensão universitária patrocinado pelo BNBCultura/BNDES, Governo Federal e Estadual, através do Programa Mais Cultura, desenvolvido no CENEP – Centro de Educação Popular de Nova Palmeira, Paraíba. O livro objetiva dar continuidade ao trabalho do escritor e professor universitário Geraldo Maciel, membro do Clube do Conto da Paraíba, que faleceu em maio de 2009 e deixou uma obra significativa para a literatura paraibana. Dia/Horário: 13 novembro 2010 às 20:00 h e 14 novembro 2010 às 20:00 h Local: Teatro Lima Penante Rua: João Machado S/N Cidade: João Pessoa
A editora Manufatura lançará o livro GERALDEANDO resultado de um trabalho de extensão do professor Carlos Carlos no CENEP - Centro de Educação Popular da cidade de Nova Palmeira.
Esse livro é um projeto que aproxima a literatura do teatro. Professoras, donas de casa e estudantes da zona urbana e rural que nunca leram contos, nunca escreveram, nem assistiram teatro, passaram a ler e adaptaram contos de Geraldo Maciel. Os contos e as respectivas peças adaptadas foram encenadas e publicadas em Geraldeando..
Segundo Carlos Cartaxo: Geraldeando é uma ideia, uma ação, um espetáculo ou vários espetáculos, um livro. É a continuação da obra de um homem. É a literatura de Geraldo Maciel adaptada para ser encenada. É um abraço, amigos, leituras. É uma obra coletiva, feita de gritos, palavras e sussuros. É um ato de amor! O CENEP - Centro de Educação Popular de Nova Palmeira apresentará cinco peças teatrais adaptadas de contos do escritor paraibano Geraldo Maciel. Dia 13 de novembro serão apresentadas: "O amor é quase eterno", "O que posso lhe contar" e "A doce rapadura da vingança".
Dia 14 de novembro serão apresentadas: "As duas esposas" e "Porque somos muito pobres"
Esse é mais um trabalho de extensão do Departamento de Artes Cênicas da UFPB, coordenado pelo professor Carlos Cartaxo.
Segundo Cartaxo "O projeto tem a participação de pessoas da zona urbana e rural que interagem, em uma demonstração inequívoca, da multiculturalidade e suas possibilidades interterritoriais que fazem parte do nosso cotidiano".
Entrada Franca.
Mais um livro de Carlos Cartaxo Lançamento: Geraldeando, livro fruto de uma experiência na zona urbana e rural da cidade de Nova Palmeira, Paraíba, onde professoras e comunidade leram contos de Geraldo Maciel, adaptaram e encenaram. O lançamento será nos dias 13 e14 de novembro próximo no Teatro Lima Penante, momento em que as peças publicadas serão encenadas. Edição da Manufatura, 2010. A Família Canuto e a Luta Camponesa na Amazônia A Família Canuto e A Luta Camponesa na Amazônia é um romance, publicado em 1999 pela editora da UFPA, cujo conteúdo preenche uma lacuna da história brasileira no período entre a Guerrilha do Araguaia e a Nova República. João Canuto, o chefe da família, contribuiu para a organização política e sindical na região Sul do estado do Pará, norte do Brasil. Fundou o Sindicato dos Trabalhadores Rurais, atuou no movimento de base da Igreja Católica e foi candidato na primeira eleição à Prefeitura de Rio Maria. Por poucos votos não foi eleito. Enfrentou o crime organizado que matava os trabalhadores rurais como se fossem bichos do mato. Lutou contra a impunidade dos assassinos e dos mandantes de camponeses, por isso foi assassinado. Infelizmente o processo de julgamento dos assassinos e mandantes do crime contra João Canuto nunca foi concluído. Os filhos de João Canuto deram continuidade a sua luta em prol dos trabalhadores do campo. José, Paulo e Orlando foram seqüestrados e metralhados, apenas Orlando conseguiu escapar perfurado de balas. A Família Canuto de luto e desestruturada se refugiou em Belém. Essa é mais uma estória que fere vergonhosamente a Declaração Universal dos Direitos Humanos. O livro foi premiado pela Câmara Brasileira do Livro com o Jabuti de Literatura na categoria romance/reportagem em 2001. Esse é um dos principais prêmios de literatura da América Latina.
Em setembro estarei com um novo espetáculo "Geraldeando". Em novembro lanço um novo livro. Aguardem! Palestra Marrocos: o outro lado do oceano Marrocos: o outro lado do oceano é a palestra que o professor Carlos Cartaxo, do Departamento de Artes Cênicas, do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal da Paraíba, ministrará nesse terça-feira, 31 de agosto de 2010 às 19:30 horas no Hotel Igatu, na praia de Cabo Branco, em João Pessoa, com entrada franca. Evento organizado pelos Companheiros das Américas, Comitê Paraíba-Connecticut. Marrocos: o outro lado do oceano é um projeto de cultura visual, que usa a expressão da fotografia e que tem a função de possibilitar o acesso à arte focando a alfabetização visual, através de imagens de uma cultura que tem peculiaridades com a nordestina brasileira por ser, em alguns momentos, muito próxima e ao mesmo tempo muito distante. Essa oportunidade comparativa do Nordeste brasileiro com um país africano possibilita uma visão geográfica e histórica que não seja o domínio cultural colonialista europeu que nos é imposto há 500 anos. De modo que, através de uma leitura visual, estimulamos uma visão multicultural, crítica e identitária. No universo pensante da arte, o que tem predominado nos últimos anos é o conceito moderno de arte, baseado nos princípios elitistas da genialidade, originalidade e autenticidade. Contrapondo esse pensamento, esse projeto se propõe a construir a concepção de que arte é tudo aquilo que o leitor compreende como sendo arte. A liberdade de criar e se expressar faz com que, através de imagens, o leitor se identifique e se sinta até motivado a produzir arte, seja fotografia, pintura, literatura, espetáculos ou outra forma qualquer, sem se deter a conceitos e preconceitos estabelecidos pela elite que tenta, há dois séculos, fazer da arte uma mercadoria e não uma expressão humana. A arte burguesa que se oferece, hoje, na maioria dos meios culturais, insiste em se manter distante da população subalterna. Essa arte elitista é uma invenção européia que tem apenas duzentos anos. De modo que nos propomos, com esse projeto, a levantar a reflexão: todo o legado cultural de milhares de anos da humanidade não é arte? É necessário registrarmos que antes desse conceito ocidental, de belas artes, que hoje predomina, havia um sistema de arte utilitário que acompanhou toda a trajetória humana. Logo, a concepção do projeto é indagar: e a arte nativa latino-americana, africana e asiática, não são consideradas artes? Com esse ímpeto estão sendo realizadas exposições itinerantes do projeto Marrocos: o outro lado do oceano aproximando culturas, no caso a África e o Brasil, o Marrocos e o Nordeste brasileiro. Em paralelo com a exposição são realizadas palestras para escolas e pessoas interessadas. . Segundo Carlos Cartaxo, o autor desse projeto, há necessidade de conciliar arte e vida . Para justificar sua concepção teórica, Cartaxo cita o escritor norte-americano, Larry Shiner, que em seu livro A invenção da arte: uma história cultural coloca que as obras de Shakespeare não foram escritas como textos definitivos e intemporais, nem para serem lidos como obras mestras da literatura, mas como roteiros que podiam ser modificados durante sua interpretação em um cenário popular. Nesse sentido, trabalhar a arte, no nosso caso a fotografia, de forma simples, objetiva e contextualizada é dar oportunidade para que muitos possam ter uma visão multicultural do mundo, além de que também serão motivados para se expressarem através de obras artísticas. A exposição Marrocos: o outro lado do oceano se propõe a cumprir o papel de estimular a produção artística e facilitar a alfabetização visual, assim como abrir um debate quanto à desconstrução do conceito modernista de arte, introduzindo a visão crítica de que a fotografia, assim como as demais expressões artísticas, deve abrir para todas as possibilidades de expressões humanas. A exposição esteve no mês de maio próximo passado na Estação Cabo Branco de Ciências, Cultura e Arte, em João Pessoa, onde foram proferidas oitos palestras. A mesma tem patrocÍnio do Fundo Municipal de Cultura de João Pessoa
 | Guestbook | |
 | Obrigada pela visita! Venha quando desejar! Tania. |
 | Grande Carlos, tudo bem? Aqui é o Alexandre, Augusto? Cabral? rsrsrs Então Terra Brasilis foi parar num livro! Que legal! Fico muito feliz. Gostaria muito de estar no lançamento. Parabéns por esse e por outros livros. Vi que tem produzido bastante. Meu é e-mail é augusto.medeiros@folha.com.br. Estou em Minas, na afiliada da Globo. Você tem registros da peça, fotos, filme, ect. Ficaria imensamente feliz em ter alguma lembrança. Carrego o Teatro na veia, pulsando forte, com vontade de pular, de explodir. Sinto falta demais dos palcos. Dá até tristeza, rsrsr. Abraço gigante pra você. Sucesso. |
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 |  "Quando estamos de bem com a vida, tudo ao nosso redor lembra flores, tudo é mais perfumado, todos sorriem mais facilmente, os amigos aparecem de todos os lados, paixões brotam que nem feijão lançado ao chão e a vida parece ser maravilhosa!" ♥ FIQUE DE BEM COM A VIDA e tenha uma excelente semana!


Tenha um ótima semana!!!

"When we are right to life, everything around us reminds flowers, everything is perfumed, everyone smiles easily, the friends are from all sides, passions that spring or beans released to the ground and life seems to be wonderful! " ♥ STAY WITH THE GOOD LIFE and have a great week!



Com carinho e amizade


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 | Há mais de 1 ano não navego a fundo no Multiply, visitando as págs. das amizades, etc. Espero que me desculpe... Não é má vontade... Sinto muita saudade mesmo!
Passei p/ deixar meu olá, bjo carinhoso, saudades e votos de mta saúde, luz e paz SEMPRE! Bjins Sonia RMB
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 | Olá Cartaxo, hoje que vi seu recado em meu multiply. Como você está? Beijos. |
 | Ahhh querido, quanta saudade desse teu sorriso... Esse sorriso cheio de luz Que quando aberto é suficiente Para me fazer entender que a felicidade existe
Suênia Souza |
 | Lindas palavras. Obrigada. Grande abraço. |
 | Oi...........olha eu aqui.....demorei mais cheguei, adoro seus comentarios são de muita influencia.......!!!!!!!!!!!!
bjinhissss nao esquece que manter o contato.....rrrssssssss |
 | Obrigada pela visita Carlos.. Beijo |
 | Só pra agaradecer a visita e dizer que a sua tb tá muito linda Tenha uma bela quarta-feira toda azul!! Beijos marajoaras |
 | Obrigada pelas palavras de carinho....espero que tenha tido um lindo natal e que seu 2008 seja cheio de paz e seus caminhos sempre iluminados!!
Bjus =) |
 | Um lindo natal Carlos e um novo ano cheio de boas surpresas para você! Beijos
Ly |
 | Carlos! O natal e tempo de refletirmos e vivermos com instensidade cd momento. vivermos com amor... perdão...fé...alegrias...paz. desejo a vc um natal cheio de amor...paz... bjão |
 | Carlos. Eu te desejo um Natal Super Feliz!!! Beijossssssssssssss.  |
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